Foi o segundo protesto consecutivo de servidores na frente do gabinete de Silva e Luna; prefeito afirma que mantém diálogo aberto.

Professoras e professores municipais de Foz do Iguaçu protestaram em frente à prefeitura para cobrar mudanças na gestão da educação. Com cartazes, faixas e apitos, a categoria fechou a Avenida JK por um período; uma comissão foi recebida pelo prefeito Joaquim Silva e Luna (PL) para discutir as reivindicações.

Foi o segundo protesto consecutivo de servidores públicos do município na frente do gabinete do gestor. Antes, na segunda-feira, 8, educadores sociais se manifestaram para pedir a redução da carga horária, a criação de novas vagas e a abertura de concurso para suprir o atual quadro de profissionais, de modo a garantir a operação do Cadastro Único de famílias vulneráveis.

Foi o segundo protesto consecutivo de servidores públicos do município na frente do gabinete do gestor. Antes, na segunda-feira, 8, educadores sociais se manifestaram para pedir a redução da carga horária, a criação de novas vagas e a abertura de concurso para suprir o atual quadro de profissionais, de modo a garantir a operação do Cadastro Único de famílias vulneráveis.

Professores protestam na prefeitura

A categoria afirma que as decisões são impostas sem discussão com os profissionais que atuam na educação. A comissão de professores recebida pelo prefeito afirmou ter conseguido adiar a distribuição de turmas, marcada para esta quinta-feira, 11, e que a administração seguirá a decisão do conselho de políticas públicas da área sobre a matriz curricular.

Em seus canais, Silva e Luna divulgou um vídeo da reunião. “O compromisso da nossa gestão é estar sempre aberta ao diálogo, ouvindo cada demanda com atenção e responsabilidade. Trabalhamos para construir, juntos, as melhores soluções para todos os professores, estudantes e toda a comunidade escolar”, escreveu.

O Sinprefi, sindicato que representa a educação municipal, convocou assembleia para sexta-feira, 12, na qual irá tratar dos dois pontos principais do protesto na prefeitura, além do piso e reajustes salariais e da proposta de indicativo de greve dos trabalhadores da rede municipal de ensino.

Fonte: H2Foz